Assunto antigo volta à tona: moradores cobram espaço na região para evitar deslocamentos difíceis em momentos de dor
Cajazeiras cresceu, virou quase uma cidade dentro de Salvador, mas uma necessidade básica da população segue sem atendimento no bairro: a construção de um cemitério público. Neste Dia de Finados, a discussão ganha força e traz à tona um debate que já dura anos.
A cobrança não é de hoje. Em 2020, uma indicação formal apresentada na Câmara Municipal já pedia à Prefeitura a criação de um espaço para atender Cajazeiras e os arredores. Mais recentemente, em janeiro de 2026, durante a inauguração da Nova Rodoviária em Águas Claras, o deputado federal Pastor Sargento Isidório cobrou publicamente o projeto, destacando a urgência de dar dignidade às famílias da região.
Para quem mora no bairro, ter um cemitério mais perto significaria menos sofrimento na hora de realizar sepultamentos e visitar os túmulos de entes queridos, evitando longas viagens até outras pontas da capital.
Apesar da pressão popular e política, o projeto ainda é uma promessa distante. Até agora, não há confirmação oficial da Prefeitura sobre a escolha de terreno, destisão de verba ou qualquer prazo para o início das obras.
Resumão pro morador:
- Demanda antiga: Pedido de um cemitério público em Cajazeiras é debatido desde 2020 na Câmara.
- Cobrança recente: Deputados e lideranças reforçaram o pedido no início de 2026, durante entrega da Nova Rodoviária.
- Situação atual: Sem obra garantida, moradores continuam precisando se deslocar para outras regiões da cidade.



