Dados do IBGE mostram a nova cara da família baiana: entre o pai que mora junto e o pai solo que assume a missão sem companheira
Quando se fala em família na Bahia, a imagem de quem está no dia a dia dentro de casa passou por transformações. Dados do IBGE revelam dois lados marcantes dessa realidade: enquanto 1,9 milhão de lares baianos contam com o pai morando debaixo do mesmo teto, um grupo que não para de crescer chama a atenção — o dos pais solo.
Hoje, mais de 114 mil homens na Bahia encaram a rotina de criar os filhos completamente sozinhos, sem a presença de uma companheira no lar.
A rotina do pai solo na vida real
Ser pai solo é encarar a jornada dupla ou tripla para botar comida na mesa, levar pra escola, cuidar da saúde e dar afeto, sem ter com quem dividir a tarefa no fim do dia.
Se antes a figura do pai que cria sozinho era vista como exceção, os números mostram que esse já é o dia a dia de mais de 114 mil lares espalhados pelo estado — superando até a média de muitos outros estados do país.
Pai presente debaixo do mesmo teto
Por outro lado, a presença do pai na mesma casa é uma realidade em quase metade dos lares baianos (47,3%). São 1,9 milhão de famílias onde a figura paterna divide o teto, as contas e a criação dos filhos diretamente.
Seja no corre diário de quem cria sozinho ou na divisão das tarefas da casa, os dados reforçam que a presença do pai baiano na rotina dos filhos vai muito além do nome assinado no documento.



