Novo valor já está valendo e impacta salários, aposentadorias e benefícios pagos pelo governo.
O salário mínimo no Brasil passou a ser R$ 1.621 e já está valendo desde esta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026.
O aumento foi de 6,79% em relação ao valor anterior, que era R$ 1.518. Na prática, isso significa mais dinheiro no bolso de quem recebe o mínimo e de quem depende de benefícios ligados a esse valor.
Mas atenção:
👉 O valor reajustado vai cair na conta a partir de fevereiro, porque corresponde ao pagamento referente a janeiro.
QUEM É BENEFICIADO COM ESSE AUMENTO?
O novo salário mínimo impacta diretamente quem recebe:
- Salário mínimo
- Aposentadoria no valor do mínimo
- Seguro-desemprego
- BPC (Benefício de Prestação Continuada)
- Outros benefícios vinculados ao piso nacional
Ao todo, quase 60 milhões de brasileiros têm renda ligada ao salário mínimo.

POR QUE O SALÁRIO SUBIU PARA R$ 1.621?
O cálculo do governo leva em conta dois pontos principais:
✔️ Inflação: para garantir que o trabalhador não perca o poder de compra
✔️ Crescimento da economia (PIB): quando o país cresce, o salário pode subir um pouco mais
Em 2026, a inflação usada no cálculo foi de 4,18%.
Já o aumento real, acima da inflação, ficou limitado a 2,5%, por causa das regras do novo arcabouço fiscal.
Somando tudo, o valor final chegou aos R$ 1.621
POR QUE NÃO FOI MAIOR?
Inicialmente, a previsão era que o salário mínimo chegasse a R$ 1.631 ou até R$ 1.636.
Mas a inflação ficou menor do que o esperado, e a lei atual impede aumentos maiores para controlar os gastos do governo.

QUAL O IMPACTO DISSO NA ECONOMIA?
Cada R$ 1 de aumento no salário mínimo gera um custo de cerca de R$ 420 milhões por ano para o governo federal.
Com o reajuste de R$ 103, o impacto chega a aproximadamente R$ 43 bilhões nas contas públicas.
Por isso, o governo precisa equilibrar o aumento do salário com o controle das despesas.


